quinta-feira, 8 de julho de 2010

60 Anos da Mãe - O meu Texto


Querida Mãe,

Como me conheces melhor que ninguém, deves calcular que dirigi os preparativos deste dia tipo “Sargenta” ou “Coronela”…. E até tu tiveste que levar com umas ordens de ficar quieta! Planeei, programei, deleguei e trabalhei, e com isto foi ficando para o fim escrever o meu depoimento.

E quanto mais textos recebi mais difícil foi ficando e continua… daí esta lenga-lenga.

Se começar do princípio, calculo que aos 4 anos já quisesse ser Mãe por tua causa, como tu o quiseste ser à imagem da tua. Depois, nem sei a que altura do campeonato, proibi-te de morrer. Pelo meio ficam muitas memórias, muitas partilhas, vitórias e derrotas, lágrimas de riso e não só!

De Moçambique guardo lembranças de vários tipos, provavelmente embelezadas pela distância poética da tenra idade. Muitas serão de te ouvir contar as histórias, mas ainda tenho umas quantas minhas:

- Lembro-me de brincar com uma boneca num barco velho, quando ia contigo para o trabalho… de espreitar ao microscópio e abrir ratinhos e dissecar rãs (não eu, claro). E de brincar às “secretárias” na máquina de escrever (bem antiga, de fita e tudo) e com a respectiva massa de limpar as teclas. Daqui ficou o “germe dos cientistas”.

- Não podia deixar de mencionar uma célebre excursão nocturna de barco, para recolherem sei lá que espécies de peixinhos do rio Zambeze, que para a idade que tinha foi mais excitante que navegar no Amazonas…

- Posso ainda recordar esse Evento Social digno de colunas VIP, que foi um batizado de bonecas , com direito a lanche e etiqueta apropriada J

- De resto, guardo ainda de cor as músicas que cantavas para dormirmos, os desenhos pintados no nosso quarto (especialmente a minha atração por uma lata de tinta azul, esta história sim, contada por ti) e as palmadas que levei pelas minhas ideias malvadas, como cortar as flores bordadas numa blusa tua (maldades que iriam perseguir a Sónia por longos anos, mas que ficam para os 60 dela…).

Tenho muitas recordações de Moçambique, felizmente! E digo isto com orgulho, porque sei que os meus 60 anos estarão cheios de Portugal, mas em mim estará sempre uma Moçambicana, como vaticinado pelo Papá Samora ;)

Sei o hino de cor, lembro-me vagamente dos “Viva a Frelimo” em manifs… e, embora “misturada”, no meu sangue corre sempre o apelo de África. Não é à toa que peço Terra de Moçambique, mas ninguém me leva a sério!

Portugal não teve um começo fácil, nem nos acolheu de braços abertos e calorosos, como os da nossa Terra. Sem empregos, sem dinheiro e com poucos amigos, mas daqueles mesmo bons, dos que continuavam lá e dos que vieram também em fuga… lá sobrevivemos como pudemos! Com muito sufoco, com gritos e saudades que até doíam, mas juntas.

Ficaste com malária daquela brava, que nem abrias os olhos! E, pela primeira vez em muitas, fui a tua mãe e da Sónia. Enfiava-te copos de leite, alimentei-nos às duas a fiambre e ovos mexidos, sem nunca faltarmos às escola… já era precoce e responsável. O pai estava longe e eu aguentei o barco, porque a Força também se herda.

Dessa “fossa” surgiu a Clara e os filhos, e um emprego para ti arranjado pelo Rui. Mais uma vez também tive direito a umas visitas ao teu mundo laboral. E nesta altura começou a fazer-se luz e a voltarem os sorrisos e as brincadeiras. Com o pai na Líbia, começa nesta época a criar-se o “trio maravilha” que hoje somos nós 3!

Depois voltaram os momentos de PURA FELICIDADE a 4. As férias grandes, quando ainda eram mesmo grandes, na Líbia. Com direito a milhares de banhos de mangueira e tanque, inúmeras visualizações desse clássico da 7ª Arte, “GREASE”, pinturas murais, gatinhos e os primeiros bolos que fiz.

Lembro-me do verão em que tivemos 3 festas de anos, na escola, em Cascais e na Líbia. Além de estarmos de novo reunidos, tinha um saborzinho a África, embora completamente diferente.

Na “nossa casa” começámos criar novas raízes, ou melhor, sentimo-nos finalmente transplantadas (continuo a dizer que se devia ter trazido terra, naquela cresce-se melhor). Fizemos amigos, crescemos e virámos adolescentes, sempre contigo por perto.

Alinhaste sempre em todas as loucuras, desde slows na garagem até às 3 da manhã, passando por fogueiras de Santo António no jardim para saltarmos, até a tribunais de rapazes para esclarecer as dúvidas da adolescência. Foi aí que viraste “Tia” de tanta gente, mas não como as de Cascais… doutro tipo, daquelas que agora muitos se “atrevem”a adotar como “mãe emprestada”. Não posso queixar-me, fui a primeira filha, mas sei que depois da Sónia ainda cabem no teu ninho a Pat, a tua Ni e o Nuno. E as tuas asas sempre se esticaram para acolher todos os nossos amigos, namoricos e agora os genros (incluindo o Ricardo e Luís) e “nora” Ana Catarina.

Como primogénita, sei que o peso da herança é GIGANTE, mas também sei que a tarefa é amplamente partilhada por todos nós e, como tal, não pesa… Contigo aprendemos, rimos e chorámos, mas sobretudo crescemos a querer ser como tu!

Quando tudo estava encaminhado novamente, atingiu-nos um “anticiclone dos Açores”. Novo exílio, novas dificuldades de adaptação e durezas… agravadas por um clima capaz de criar bolor e embaciar qualquer alma solarenga! Mas que raio, alguém me perguntou se eu queria ter nascido Cigana? Parece que a alcunha estava a ganhar forma.

Depois de reconhecido o “terreno” começaram as saudades do Continente e as “choviam cartas”. Passadas as novidades turísticas foi tempo de começar o “trabalho”, escola para as 3. Mal ou bem, fomos fazendo amigos e estávamos os 4 juntos. Desta vez, lembro-me de poucas coisas (mau sinal…) mas sei que só começámos a gostar na “hora da despedida”.

No entanto, o melhor de tudo foi a MANELA, essa mana nova que ganhaste para a vida toda, e que tantos momentos inesquecíveis nos tem proporcionado. Mais uma vez, mesmo uma coisa má teve um resultado tão bom. Amo a Manelita como os meus amigos te amam a ti, por muitas razões (Quando faz ela 60? Estou a ficar pró nisto!).

De regresso, retomámos as aventuras no CAD. No colégio parece que ficou também uma larga parte desta história a 3. E à qual acrescentámos intermitentemente a Ni. Quantas guerras nossas separaste? Quantos TPC e testes estudaste ao nosso lado (ao meu com muita resistência minha)? Mais festas de anos no jardim, passeios, praia…

No colégio fizeste também muito sucesso como professora, como amiga e mãe. Mais uma vez os nossos amigos te escolheram para confidente, para companhia e diversão.

Não conheço outra Mãe como tu, e posso ser suspeita, mas estou descansada porque não somos só as filhas a dizê-lo!

Do CAD nunca sairemos… a saga continuou com os primos, continua com o Miguel e promete continuar por muitas gerações. Nem nós saímos nem o CAD nos sai do sangue. Tal como Moçambique, o CAD “é uma nação”, fica para toda a vida.

E do colégio fica também uma nova amiga, que hoje em dia já é uma amiga de longa data (velha nunca, jamais) e também é como se fosse da família: a tua / nossa Pombinha Zé! Das vossas loucuras falará ela, mas eu queria só dizer que espero que se mantenham juntas e loucas!

Dos tempos de Lusófona e Tuna, largaste-nos às feras e foste a tua vidinha… com justiça, porque estava na altura de sermos crescidas. Talvez te tenhamos dado uns quantos desgostos com as nossas guerras infantis, mas também criámos as asas que tanto nos querias legar! Dessas que acolhem o Migas, a criança que esperamos… as que virão e os amigos deles, que de espero acolher como tu fizeste com os nossos.

Contigo à distância, fizemos as loucuras e asneiras a que tínhamos direito, mas sabendo que eram sempre “com rede”… mesmo a km de distância sempre nos acompanhaste, aconselhaste e ajudaste, principalmente “deixando” que nos entendêssemos sozinhas, a nós próprias e uma à outra.

E mesmo assim, ainda tiveste direito a farras, noitadas com a Tuna e diretas a fazer trabalhos. Tal como eu, a mana Alex e o João, lembram os bolinhos que ias buscar cedinho para os nossos pequenos-almoços.

Apoiaste a minha ideia pouco razoável de viver com a Alex em Alcântara, apenas a 30km de casa, durante o estágio, assim como foi crucial a nossa ida ao Porto para decidir entre 2 cursos. Sei hoje, como sabia nessa altura, que essa decisão difícil significava 2 vidas diferentes… a que tenho hoje e no que isso me transformou, e a que poderia ter sido.

Decidi sozinha, como tinha que ser, mas estavas ao meu lado… não me arrependo de nada do que essa escolha me trouxe, nem do que se seguiu. E se foi atribulada, essa adolescência tardia que vivi. Mas apesar da minha espiral de auto-destruição que quase nos enlouqueceu às duas, afinal ainda sobrou alguma força dos genes e sobrevivemos! De todos os meus erros, este é o único do qual devo mesmo pedir desculpa, senão nem valia a pena escrever mais nada…

Os outros, maiores ou piores, foram os meus e que me ensinaram, tal como tu, a ser melhor e crescer. Sempre nos deste o direito à asneira, assim como, apesar do meu feitiozinho crítico e perfecionista, também sei que tens direito às tuas. Ah sim! Pensavas que eu conseguia fugir aos teus defeitos só porque fazes 60 e tal…? Nem pensar, ou isto também não era o meu testemunho, eheheh. Bem, se calhar vou evitar “borrar a pintura”, mas só porque apesar destes elogios todos, ninguém aqui tem ilusões de que sejas perfeita. Por isso ficamos assim!

Como tinha decidido tentar evitar os dramas, ficam uns quantos por mencionar em que voltei a ser a Mãe e tu a Filha a precisar de colo… como tu, sou Filha-Mamã, Tia-Mamã e Irmã-Mamã! Herdei de ti a qualidade de que mais gosto (eu e muita gente), a qualidade do COLO! E espero seguir com os teus exemplos de Mãe e Amiga e aprender com os erros que cometeste sem os repetir (mais vale experimentar uns novos, que dos teus eu já vi os resultados, né?)

Delirei com esta ideia da festa (outra qualidade tua que me passaste) e espero que alguém a herde no futuro, senão quem vai organizar os meus 60? Espero que vibres com cada segundinho do teu dia, como eu ao pensá-lo…

AMO-TE MUITO, daqui até ao infinito como diria o Migas!

Xana

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

TAP VICTORIA


Queridos Amigos,

Ao longo destes anos fomo-nos conhecendo e construindo uma Amizade, feita de partilhas, convivência e até, às vezes, de conflitos, mas sempre estreitando e aprofundando os laços que nos unem. Não podemos prever quais se irão manter ou afrouxar, e é inevitável que a distância possa levar ao afastamento, embora deseje do fundo do coração que isso não aconteça connosco.

Aconteça o que acontecer, quero que saibam guardar sempre essas memórias, e que as coisas boas fiquem gravadas nos nossos corações, apesar dos momentos difíceis, que apesar de tudo também fomos enfrentando juntos!

Quando o que começa em trabalho acaba em tantos emails para quem é importante… deixa-me saudades, tristeza e algumas lágrimas, mas significa que foi intenso e importante. Como em todos os contextos, uns ficaram mais “presos” a mim que outros e vão deixar mais saudades.

Posso dizer que vir trabalhar para aqui foi muito bom e fez-me crescer, mas vir para o Back Office foi talvez o mais importante que aqui me aconteceu! Nunca fiz Amigos facilmente e quase todos, os poucos que assim considero, são de Infância. Por isso, além de boas recordações, levo ainda mais uns quantos Amigos novos, mas que espero que durem para sempre.

Foram tempos Maravilhosos que vivemos juntos aqui no Victoria e por muito que a Vida mude, vão ficar boas recordações e pessoas que se tornaram importantes e deixaram marcas nos nossos corações.

Às vezes as mudanças, por muito boas que sejam, são difíceis… mas a Vida guarda sempre Surpresas e temos que saber estar atentos e aceitá-las. Custa partir, custa saber que a convivência diária e saudável será interrompida, afinal passamos mais horas juntos que com a Família LOL

A Felicidade é uma busca permanente, mas também o estar atento aos pequenos momentos em que sorrimos ou até soltamos gargalhadas, especialmente quando partilhados com quem mais gostamos. Aqui, com algumas pessoas especiais, vivi muitos momentos desses, inesquecíveis e Felizes. E dividi alegrias e tristezas, vitórias e problemas, mas fui Feliz!


Mas a Felicidade, além de a buscarmos e estarmos atentos, também é sabermos preservá-la e correr atrás de Sonhos. E às vezes arriscar um impulso que contrarie toda a Lógica, Bom Senso e Responsabilidades...

Deixo amanhã um Emprego que me fez muito Feliz e onde fiz muitos Amigos, mas que neste momento já só me impede de avançar... Não tenho outro à espera, nem sei o que vai acontecer, mas dei um salto sem rede e SOUBE MESMO BEM!

Partilhámos muitos e bons momentos juntos, e até as crises do costume aqui no Victoria e é graças ao “Alto Astral” que continuámos a saudável loucura que nos tem feito sobreviver! Desejo-vos muitas felicidades e que o Futuro vos brinde com a mesma possibilidade de saltarem deste barco!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

A Minha Promessa


Cascais, 10 & 11 Dezembro de 2008

Antes de te conhecer, eu já não me lembro bem como era... Sei que era Feliz com outros Amores, do Miguel, da família e amigos. Não tinha desistido de Amar e ser Amada, algo me dizia que ainda ia chegar a minha vez, mas pensava ter ganho juízo e não sonhava com Príncipes nem contos de Fadas. Neste momento vivo na Terra do Nunca, tenho o Meu Peter Pan e sinto-me a verdadeira Fada Sininho. Para começo de história não está mal, mas a realidade é que aqui não vai haver um final feliz porque esta aventura está só prestes a começar...
Apercebi-me que estava apaixonada aos poucos: primeiro adormeci em cima de ti no autocarro embora te conhecesse ainda mal, quando vi as fotos de Sesimbra reparei no “clima”e depois a pretexto das mesmas cravei o teu mail à Rita. Conforme trocámos mensagens fui ficando ainda mais “apanhada”. Quando fomos a Sintra já estava desejosa que me agarrasses, mal sabia eu o que ia esperar... Mas se calhar o sintoma mais sério que sofri foi uma valente caganeira no dia que me convidaste para ir comer um gelado e saímos pela primeira vez sem os “padrinhos”....
Prometo fazer-te pelo menos tão Feliz com sou contigo! Prometo partilhar todos os momentos, importantes ou insignificantes, porque juntos todas as pequenas coisas somam ao todo, e os poucos enchem tanto a taça como os os muitos. Prometo Casar contigo todos os dias, e não apenas dia 18. E porque promessas não são gestos, não vou prometer mais nada mas vou de certeza Agir muito mais.....
Quando te conheci em casa da Rita, não te liguei nenhuma mas quando carregaste com o cesto na praia soube logo que eras um cavalheiro.... Ignorava que ias virar a minha Vida de pernas para o ar e substituir sonhos antigos por Realidade. E, seguramente, estava longe de imaginar que estaria a escrever-te isto em tão pouco tempo... Mas aqui estamos, e parece que já foi tão atrás.
Quando estou longe de ti sinto-me a hibernar, deixo-me estar quieta e fico a contar os dias para te voltar a ver... Penso em ti, em nós e em tudo o que nos espera, e sinto-me preenchida com este Amor! Já aqui disse que era Feliz sem ti, mas agora já não o saberia ser. Preciso de ti, e mesmo quando estamos afastados temo-nos sempre.
Estou ansiosa pelo dia em que vamos viver juntos, namorar no sofá e dormir e acordar agarradinhos. E por estranho que pareça, até ansiosa pela primeira discussão. Mal posso esperar para partilhar com todos o Sim que te digo várias vezes por dia...
Os meus desejos tens realizado todos, e embora ainda não tenhamos casado já me sinto casada contigo. Construir a Nossa Família é o melhor dos Projectos, faz todo o sentido e daqui a 20 ou 30 anos, com os filhos que vamos ter (e quem sabe já netos), vejo-nos ainda a rebolar na neve...
Quando fomos ao Porto, vislumbrei pela primeira vez a tua verdadeira essência, muito antes ainda do nosso primeiro beijo. Foi com certeza a primeira de muitas descobertas, que desejo que se repitam pelo resto dos nossos dias. És diferente, és Muito Especial e tens uma Alma de Poeta. Vi novamente tua essencia em Tomar, por mim e pelos olhos da Teresa, na conversa que partilhámos. Por isso tive a certeza, uma semana depois de namorarmos, que me ia Casar contigo, embora não tivesse previsto que tudo acontecesse assim...
Partilhamos conversas e silêncios confortáveis, alegrias e chatices, lágrimas de Felicidade ou tristeza, por isso juntos nós vamos continuar a fazê-lo. Somos muito diferentes? Parecia mesmo... e fez-nos duvidar! Mas arriscar teve recompensas bem maiores: são as diferenças que nos vão complementar mas até temos pontos de vista semelhantes no que é importante. Sei que seremos bem sucedidos.
Mesmo quando enfrentarmos juntos obstáculos, problemas e tristeza, nós teremos sempre a Força deste Amor, a nossa Coragem e Sentido de Humor. Teremos ainda este “contrato” a dois, para que nem as Tempestades nos impeçam de ver sempre o que é mais importante. Porque sabemos disto, sairemos vencedores em qualquer situação e ultrapassaremos com determinação qualquer situação difícil.
Tu mostraste-me como ser mais contemplativa, calma... ensinaste-me como ficar quieta, mesmo que não seja muito tempo seguido e por dentro nem sempre os pensamentos parem por completo. E para quem ainda se sente algo “intimidada” a escrever para ti, inspiraste-me e fizeste-me voltar a escrever.
Eu prometo sempre.... já tinha dito que não são precisas tantas promessas? Pronto, só mais uma então: Prometo não me esquecer.....
O nosso amor tem o sabor da primeira Paixão e tempero da última. Tem o fogo da Adolescência e o equílibrio da Maturidade. É jovem como nós, e vai crescer conosco, com os nosso Filhos e com a Vida. E vai durar....
O que sinto por ti não cabe numa palavra, mesmo numa tão imensa com Amor! E mesmo nas que seguem vão sempre faltar outras: Desejo, Admiração, Paixão, Curiosidade, Gula, Carinho, Luxúria, Ternura... ¶
Para mim, o casamento era um sonho abandonado pelo caminho , mas contigo é a Realidade a superar quaisquer expectativas. Casar contigo é uma enorme Felicidade, um Previlégio e uma Responsabilidade... assumir esse Compromisso diante da nossa Família e dos nossos Amigos faz todo o sentido e serve como Celebração e Símbolo daquilo que nos já nos une.
Sei que o nosso casamento será “Glorioso” e desejo que.... O Benfica seja Campeão? Sim é óbvio que sim, mas o que desejo para nós (além disso) são muitos e bons anos, Felizes, Juntos e Apaixonados... E Filhos! E que saibamos sempre merecer a Sorte que tivémos, lutando sempre do mesmo lado para a manter...
Amo-te Mais... (Já devias saber!)



A Noiva

Alexandra Lopes
(por enquanto...)